Hospital alerta sobre necessidade de vacinar contra sarampo e rubéola
16/10/2017 - 19:27
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Após surtos de doenças já eliminadas no mundo, como o sarampo e a rubéola, isso tem preocupado autoridades brasileiras bem como a equipe médica do Hospital Beneficente Santa Helena (HBSH).

Conforme aponta o bolaetim da Organização Mundial da Saúde (OMS), o sarampo é endêmico em nove países da Europa, embora eliminado no Brasil desde 2001. Já a rubéola, eliminada no Brasil desde 2010, é considerada endêmica em 14 países europeus. Com a globalização, o risco do vírus voltar a circular no país se torna real aumentando a necessidade de manter sempre atualizada a caderneta de vacinação, por isso, o alerta do HBSH.

“É preciso ficarmos atentos no sentido de prevenção, para evitarmos que essas doenças voltem ao nosso País”, disse o presidente do HBSH, Dr. Marcelo Sandrin.

O Ministério da Saúde disponibiliza no Sistema Único de Saúde (SUS) a vacina tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) para evitar essas doenças. Pessoas de 12 meses a 29 anos de idade devem receber a primeira dose aos 12 meses de idade da tríplice viral e aos 15 (quinze) meses, uma dose da vacina tetraviral (sarampo, caxumba, rubéola e varíola), que corresponde à segunda dose da vacina tríplice viral e uma dose da vacina varicela.

Caso haja atraso na vacinação, crianças até quatro anos de idade ainda poderão receber a vacina com o componente varicela. A partir de cinco até os 29 anos de idade, deverão ser administradas duas doses com a vacina tríplice viral. Pessoas de 30 a 49 aos de idade devem receber uma dose da vacina tríplice viral.

“A vacina contra essas doenças é a única medida preventiva e a mais segura. É importante que o esquema vacinal esteja completo, conforme as indicações do Calendário Nacional de Vacinação. O Brasil tem uma das melhores coberturas vacinais segundo a OMS e o Ministério da Saúde trabalha na perspectiva de atingir coberturas adequadas a cada ano. Por isso é importante que a população procure sempre atualizar a caderneta de vacinação”, afirmou Sandrin.

FONTE HOSPITAL SANTA HELENA

FONTE: Hospital Santa Helena Cbá
EDIÇÃO: Ley Magalhães